Para confecções que mandam costurar
Cada peça, em cada oficina, contada uma vez só.
O Trama registra cada passagem das peças da sua confecção pelas facções — quantas de cada tamanho saíram, para quem, até quando, por quanto; quantas voltaram e o que faltou ou sobrou. Do corte ao acabamento, sem caderno.
Quem gere entra com a conta Google. Quem leva as peças entra com código e PIN.
O problema
A confecção não costura. Manda costurar.
O tecido é cortado numa oficina, estampado em outra, costurado numa terceira, acabado numa quarta — e entre uma e outra alguém leva e busca as peças, de carro, com pressa, muitas vezes sem sinal de celular. Hoje isso mora num caderno, na memória e no papel que ficou na oficina.
- A peça que sumiu.Saíram 500, voltaram 497 — e ninguém sabe em qual oficina ficaram as três.
- A peça contada duas vezes.Cada coluna sozinha parece certa; o total decide compra de tecido e promessa de prazo.
- O prazo que a oficina deu.Foi dito na porta, no ato da entrega, e não ficou anotado em lugar nenhum.
- O valor combinado e esquecido.O mesmo silk custa diferente em pedidos diferentes, e o acerto vem semanas depois.
Uma passagem por vez
Corte, bordado, estampa, costura, acabamento — cada etapa numa oficina diferente.
Corte
Estampa
Costura
Acabamento
De volta à sua mão
Como funciona
Levar. A oficina faz. Buscar por tamanho. Conferir.
Quatro gestos, e o escritório sabe onde cada peça está, o que atrasou, quanto pagar a cada oficina e quanto o pedido custou contra o que foi cobrado.
Levar
Registrar: o lote, a etapa e a oficina que recebe. Quantas de cada tamanho — o app diz quantas ainda estão em mão. O dia que a oficina disse. A foto do romaneio.
Nasce a ordem de serviço, numerada, com a grade deixada. Ela vai impressa ou pelo WhatsApp da facção, direto do seu aparelho.
A oficina faz
Enquanto isso, o quadro mostra onde cada peça está — uma coluna por etapa, e em cada uma as remessas abertas e as peças em mão. A agenda guarda o dia que cada oficina disse: verde no prazo, amarelo no dia, vermelho depois.
Um lote pode estar em várias etapas ao mesmo tempo. O sistema não anota "onde o lote está": ele deriva, das saídas e das voltas, onde cada peça está.
Buscar por tamanho
Buscar na facção: a oficina, a remessa, quantas de cada tamanho voltaram. Voltou tudo? "Contei: voltaram as 50." Voltou parte? Conte o que veio; o resto continua aberto, com o seu comprovante numerado.
A oficina devolveu tudo o que tinha e faltou? Registre a falta, por tamanho, e o porquê. Sobrou? A sobra é outro fato, com nome próprio.
Conferir
A foto do romaneio vira uma leitura proposta, campo a campo, para confirmar ou descartar. O aviso de peças que não fecham chega em segundos; o de lote parado e o de remessa sem prazo chegam de manhã.
A máquina lê; quem confirma é gente. Nada muda no sistema sem um toque de quem gere.
Dois aplicativos, um endereço: o de quem gere e o de quem leva as peças.
Entrar no TramaPara quem gere
Sente, olhe o quadro — e o dinheiro.
Quem gere entra com a conta Google e vê tudo: pedidos, produção por etapa, agenda, ordens de serviço, financeiro, relatórios e a conferência das fotos.
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Pedidos com grade
Cada item com um campo por tamanho e a sua rota — corte → estampa → costura → acabamento —, editável com a produção andando. A tela diz antes o que muda.
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Ordens de serviço
Uma por movimento, numerada, com a grade deixada, o prazo e o valor por peça congelado. Impressa, com uma linha por tamanho para a oficina preencher, ou pelo WhatsApp da facção.
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Financeiro por peça
A receber, por pedido. A pagar, por ordem de serviço — proposta pelo que voltou vezes o valor por peça, lançada com um toque. Baixa total ou em parte. Fechamento por oficina no período.
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Relatórios
O custo de cada pedido contra o cobrado, com a margem e de onde o custo veio. O que pagar a cada facção. A tabela de preços com vigência. As ocorrências e a decisão de cada uma.
Mover é transferir
Levar as peças do corte direto para a estampa é, para o sistema, uma retirada do corte e uma saída para a estampa — o corte recebe o crédito do que fez. Pelo quadro, a folha pergunta quantas de cada tamanho, até quando a oficina disse e o valor por peça combinado agora, com a tabela como sugestão.
Na rua
Conta com uma mão. Funciona sem sinal.
Quem leva as peças não senta e não digita. Entra com um código e um PIN, conta por tamanho com botões grandes, tira a foto do romaneio — e segue.
- Código e PIN. Sem e-mail, sem conta Google. Quem gere convida; o acesso nasce na hora.
- Uma mão. Botões −10 −1 +1 +10 por tamanho, e o app diz quantas ainda estão em mão.
- Sem sinal. A tela diz "guardado no aparelho"; o registro sobe sozinho quando o sinal voltar — uma vez só, mesmo que você tente de novo.
- Sem preço. A ordem que sai da rua sai sem valor; o escritório diz o valor depois. É por desenho.
O que o sistema garante sozinho
Três garantias sustentam o resto.
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1
A peça é contada uma vez só.
Toda escrita de movimento passa por uma regra única, antes de gravar: mais peças saindo do que há em mão, mais voltando do que saiu, saída sem prazo — o sistema recusa. A mesma regra roda no aparelho, para dizer a recusa antes do toque.
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2
A grade acompanha o pedido do início ao fim.
Não existem "3.300 camisetas": existem 2.600 M e 700 G. A grade atravessa a entrada, a saída de cada oficina, a volta, a falta ou a sobra, o comprovante e a ordem de serviço. Nunca vira um número só.
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3
Fato, não plano.
O que aparece no sistema aconteceu; o que não aconteceu não aparece. Uma peça está num lugar só: o que já seguiu adiante é descontado de onde estava, e a soma fecha por construção.
Comece pelo primeiro pedido.
Cadastre as oficinas, lance o pedido com a grade, abra o lote e registre a primeira saída. A partir daí, cada passagem fica registrada.
Abre em uma nova aba. Quem gere entra com a conta Google; quem leva as peças, com código e PIN.